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sábado, 21 de maio de 2011

Salto Angel

Localizada no Parque Nacional Canaima, Venezuela, encontra-se a Montanha Auyantepuy, de onde nasce o Salto Angel (Kerepakupai merú, no idioma pemon), a maior queda d'água do mundo, com seus 979 metros de altura (807 deles em queda livre).

terça-feira, 17 de maio de 2011

Surf de peito

Então, esse post vai pra raça que mete a cara e peita os paredões da GROSSA!!!… e se conforma em ser socado contra a areia num raquetada style… taí um ótimo vídeo da modalidade, em Pipeline Beach, Hawaii. \m/

segunda-feira, 28 de março de 2011

Mijadinha na cerca elétrica…

Poisé, olha o que aconteceu com o sujeito que resolveu dar uma mijadinha em cima da cerca elétrica na fazenda :

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Acabou com o bilau estorricado ! Com certeza teve que amputar ! Jamais mije em cima de um fio de cerca elétrica, pois a urina é condutora de eletricidade devido a sua acidez. A não ser que você queira ficar igual o sujeito da foto ! Ai o problema é seu , hehe !

quinta-feira, 24 de março de 2011

domingo, 20 de março de 2011

A mais potente arma nuclear já detonada

Bomba-Tsar (ou Царь-бомба, em russo, literalmente "Bomba-Tsar"), é o nome ocidental da RDS-220, a mais potente arma nuclear já detonada. Desenvolvida pela União Soviética, a bomba de 57 megatons (equivalente a 57 milhões de toneladas de dinamite, sendo duas vezes mais potente que o segundo maior teste nuclear chamado de Teste 219 que rendeu 24,2 Mt) levava o nome-código de “Ivan”, (em russo: Иван), dado pelos seus desenvolvedores.

A bomba foi testada em 30 de outubro de 1961, em Nova Zembla, uma ilha no oceano Ártico. O dispositivo foi reduzido de seu design original de 100 megatons para minimizar a escala de destruição.

Devido ao seu enorme tamanho a bomba não era prática para propósitos de guerra, e foi criada primariamente para ser usada como propaganda na Guerra Fria. Não há evidências de que nenhuma outra bomba de poder similar tenha sido feita.

O termo "Tsar Bomba" remete para a histórica prática russa de construir objetos incrivelmente grandes para mostrar poder. Exemplos incluem o Grande Sino (Tsar Kolokol), o maior canhão do mundo (Tsar Pushka) e o incrível Tsar Tank. Apesar de a bomba ter sido taxada com este nome pelo ocidente, o mesmo acabou sendo amplamente utilizado na futura Rússia.

A “Tsar Bomba” era uma bomba de hidrogênio de estágios múltiplos com uma potência em torno de 50 megatons (Mt). Tal capacidade de destruição equivalia a todos os explosivos usados na Segunda Guerra Mundial multiplicados por dez. O design inicial trifásico (fissão-fusão-fissão) era capaz de liberar aproximadamente 100 Mt, mas o resultado seria um excesso de resíduos e partículas radioativas liberadas na atmosfera. Para limitar os efeitos dos resíduos radioativos, o terceiro estágio, que consistia de uma couraça para a fissão de Urânio 238 (o que ampliava muito a reação, fissionando átomos de urânio com neutrons mais rápidos da reação da fusão anterior), foi trocado por uma de chumbo. Isso eliminou a rápida fissão dos nêutrons resultantes da fusão (estágio 2), de forma que 97% do total da energia seria resultado apenas do estágio de fusão. Houve forte incentivo para a redução de potência, já que a maioria dos resíduos radioativos resultantes do teste da bomba acabaria chegando ao próprio território soviético.

Os componentes da bomba foram desenvolvidos por uma equipe de físicos, liderada por Julii Borisovich Khariton, que incluía Andrei Sakharov, Victor Adamsky, Yuri Babayev, Yuri Smirnov, e Yuri Trutnev. Logo após a detonação da Tsar Bomba, Sakharov começou a fazer uma campanha contra as armas nucleares, o que levou à sua dissidência.

Teste

A Tsar Bomba foi levada ao campo de teste por um avião bombardeiro Tu-95 especialmente modificado, que levantou vôo de uma base aérea na península de Kola, pilotado pelo Major Andrei E. Durnotsev. O bombardeiro foi acompanhado de um avião de observação Tu-16, que coletou amostras do ar e filmou o teste. Ambos os aviões foram pintados com uma tinta reflexiva especial de cor branca para limitar os danos causados pelo calor gerado pelo teste.

A bomba de 27 toneladas era tão grande (8 metros de comprimento por 2 metros de diâmetro) que as portas de lançamento e os tanques de combustível das asas do Tu-95 tiveram de ser removidos. Ela foi presa a um pára-quedas de retardo de queda que pesava mais de 800 quilos, o que dava a ambos os aviões a possibilidade de voar para pelo menos 45 km de distância do ponto zero de detonação. Se houvesse uma falha nesse retardo, a bomba ou teria atingido a sua altitude de detonação mais rápido do que o previsto tornando o teste uma missão suicida para os aviões, ou atingiria o solo a uma velocidade alta demais com resultados imprevisíveis. Os EUA também equiparam algumas de suas bombas com pára-quedas de retardo pelas mesmas razões.

A Tsar Bomba foi detonada às 11h32, aproximadamente 73.85° N 54.50° E  sobre o campo de testes na Baía de Mityushikha, ao norte do Círculo polar ártico na ilha de Nova Zembla. Ela foi lançada de uma altitude de 10 500 metros, e programada para detonar a 4000 metros acima da superfície terrestre (4200 metros acima do nível do mar) por sensores barométricos.

Os Estados Unidos estimaram na época que a potência gerada pela bomba era de 57 Mt, mas desde 1991 todas as fontes Russas atestam que era de "apenas" 50 Mt. Khrushchev chegou a avisar durante um discurso (gravado em vídeo) o Parlamento Comunista sobre a existência da bomba de 100 megatons.

A bola de fogo gerada pela explosão tocou o solo e quase alcançou a mesma altitude do avião bombardeiro, podendo ser vista a mais de 1.000 km de distância. O calor gerado poderia causar queimadura de 3º Grau em uma pessoa que estivesse a 100 km de distância. A nuvem em forma de cogumelo que se seguiu chegou a 60 km de altura e algo em torno de 35 km de largura. A explosão pôde ser vista e também sentida na Finlândia, tendo até mesmo quebrado algumas janelas por lá.

O deslocamento de ar causou danos diretos até a 1.000 km de distância. Estima-se que se a bomba original fosse usada o estrago seria aproximadamente de 2.000 km². A pressão da explosão abaixo do ponto de detonação foi de 300 PSI, seis vezes a pressão de pico experimentada em Hiroshima. Um participante no teste viu um flash brilhante através dos óculos escuros de proteção e sentiu os efeitos de um pulso térmico mesmo a uma distância de 270 quilômetros.

Já que 50 Mt é igual a 2,1×1017 joules, a média de força gerada durante todo o processo fissão-fusão (que durou cerca de 3,9×10−8 segundos ou 39 nanosegundos) seria estimada em 5,3×1024 watts ou 5,3 YottaWatts. Isso é o equivalente aproximado de 1% da energia que o Sol libera durante a mesma fração de segundo. A maior arma construída pelos EUA, agora desativada (B41), tinha uma força máxima estimada de 25 Mt, sendo que a maior bomba nuclear já testada pelos EUA (Castle Bravo) gerou 15 Mt.

 

Relatos

Devido a sua potência houve diversos relatos sobre a Tsar Bomba. Um operador de câmera registrou:

"As nuvens a uma grande distância abaixo e acima do avião foram iluminados pelo clarão da bola de fogo e por um instante tornaram-se transparentes. A propagação da luz incandescente sobre o mar era algo impressionante. Nesse momento nosso avião emergiu do meio de uma camada de nuvens e pudemos observar uma gigantesca esfera de fogo brilhante e alaranjada rolando em direção ao céu."

"A esfera era tão poderosa e tão arrogante como Júpiter."

"Lenta e silenciosamente rastejou para cima..."

"E fundindo-se a camadas mais grossas de nuvens, continuou a subir e a crescer. Parecia sugar toda a terra nele. O espetáculo foi fantástico, irreal, sobrenatural."'

Um outro observador, mais distante, descreveu o que testemunhou da seguinte forma:

"Um gigantesco clarão sobre o horizonte, e após um longo período de tempo ouvi um sopro distante e pesado, como se a terra tivesse sido morta."

Uma outra testemunha relata:

"A neve derreteu, as bordas e os lados das rochas ficaram brilhantes como se tivessem sido lapidadas, não há um traço desigual sequer..."

Fonte : Wikipédia.

Confira no vídeo abaixo esse monstruoso teste nuclear :

 

sábado, 19 de março de 2011

200 países, 200 anos, 4 minutos

Ótimo trabalho de animação gráfica... assim fica divertido acompanhar a história do desenvolvimento socio-econômico global, apresentada aqui pelo médico Hans Rosling, no programa "The Joy of Stats" da BBC.

quarta-feira, 2 de março de 2011

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Garoto de 2 anos e meio passa por tratamento com utilização de marijuana

A pelo menos 40 dias sem se alimentar, recebendo apenas nutrientes injetados, o americano de apenas 2 anos e meio Cash Hyde é um dos pacientes mais jovens a passar por um tratamento com utilização de marijuana. O moleque recupera-se de uma cirurgia na cabeça para a retirada de um tumor e a terapia auxilia o apetite e sono do jovem, que antes eram afetados pelo tratamento quimioterápico.

(Fonte: Terra)

Mais em: Menino de 2 anos recebe tratamento com maconha nos EUA

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domingo, 6 de fevereiro de 2011

domingo, 30 de janeiro de 2011

Corrida do Queijo

Corrida do Queijo (oficialmente The Cooper's Hill Cheese Rolling and Wake) é um evento anual realizado no mês de Maio em Cooper's Hill, perto de Cheltenham e Gloucester na região de Cotswolds, Inglaterra. Foi tradicionalmente feita pelo e para o povo de Brockworth, um vilarejo local, mas têm participado pessoas do mundo todo.

Em cada evento, realizam-se diversas corridas. Do alto da colina em que ocorre o evento, são lançados sucessivamente diversos queijos de Gloucester, em formato redondo (um por cada corrida), por um convidado[1]. Os queijos descem a colina rolando e os concorrentes precisam então descer o monte a correr para os alcançarem. A primeira pessoa a chegar à linha da chegada na parte de baixo da colina ganha o queijo. Teoricamente, os concorrentes deveriam tentar apanhar o queijo, mas como este parte com avanço e pode alcançar velocidades de cerca de 110 km/h (o suficiente para derrubar e ferir espectadores, como aconteceu em 1997), isso raramente acontece.

Informações históricas e ao mesmo tempo precisas sobre como surgiu a corrida do queijo são díficeis de estabelecer, mas a tradição sustenta que tem pelo menos 200 anos de idade. Há propostas que dizem que o evento remonta ao tempo da Britânia, quando província romana, ou de um ritual pagão de cura, mas não existem provas disso.

Lesões

Devido à superfície irregular do morro, ocorrem geralmente lesões corporais, que vão desde pequenos arranhões a fraturas ósseas e concussões. Para isso, há uma equipe de primeiros socorros (a St. John Ambulance) na parte debaixo da colina, com um grupo de voluntários que salvam e levam os participantes de maca ou de outra forma a carros de ambulância, caso seja necessário.

Todos os anos o evento se torna mais e mais popular entre os participantes provenientes de todo o mundo para competir ou mesmo simplesmente para assisti-lo.

Abaixo o video de uma das edições, é muito comédia vale a pena hehe. Se quiserem ver mais, basta procurar por "cheese rolling" no youtube :)

sábado, 29 de janeiro de 2011

De parar o trânsito!!!

Meu Deus!!!
...e aqui nos cruzamentos e semáforos o cara tem que se contentar em ver só a chinelagem...

domingo, 16 de janeiro de 2011

Mario kart Brasileiro

Esse é daqui de Itapema, orgulho da cidade. 60, 80 km/h??? Não importa, só a cadeira de rodas motorizada, adaptada pelo próprio cadeirante, já é motivo para admiração. Francisco Carlos Roma, que não possui as duas pernas e o braço esquerdo ficou conhecido na mídia como o Mario Kart Brasileiro, após ser flagrado por um cinegrafista amador em plena BR 101, em alta velocidade, no início do ano passado. Já presenciei o guerreiro em sua cadeira carregando uma mina e uma garrafa de destilado no colo. O cara manda muito bem, heheheheh!!!!

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Cannabis Cup Weed Expo Amsterdam 2006

Bem, depois do post do brow Countryman acho que não há necessidade de eu dar mais detalhes sobre o que é ou o que rola na Cannabis Cup. Neste vídeo da edição de 2006 em Amsterdam, a divulgação de um dos Bongs mais curiosos que já vi, o Gravity Vortex ( “Your Anti-Gravity Smoking Solution”, hehehehehheh!!!!).

Até!!!

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Slackline

DAÍ RAÇA!!! MAIS UM VIDEOZINHO DE SLACKLINE PRA GALERA QUE ANDOU VIZUALIZANDO O MATERIAL ANTERIOR. NOVAMENTE O SONZINHO QUE ROLA AO FUNDO É FERA.
abçs!!!!!!


terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Mini Gol chama a atenção em parque de diversões.

 

O carrinho ostenta sob o capô um motor  de kart, com modestos 5,5 cavalos de potência. A sua velocidade máxima é compatível com o tamanho do “bólido” : não passa dos 27 km/h. O comprimento é de 1,25 m, enquanto largura fica em 1,1 m. Ele é tão semelhante ao original que até mesmo painel e bancos são iguais ao do Gol de verdade!!! O modelo, logicamente, é conduzido por um anão, durante as apresentações no Beto Carrero World, na cidade de Penha, em Santa Catarina. (aqui pertinho!)

Muito interessante, não acham? Que tal se a moda pega e alguma montadora resolva produzir mini-carros para a galera de baixa estatura?  Seria muito divertido ter estes carrinhos circulando nas ruas. Alegre

Algumas fotos :

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Clique na foto para visualizar em tamanho ampliado.

Não deixem de comentar pessoal, sua participação é importante para melhorarmos a qualidade do Blog. Até a próxima !

terça-feira, 9 de novembro de 2010

SLACKLINE - Slacklife

O slackline é um esporte de equilíbrio que se utiliza de uma fita de nailon plana, ancorada entre dois pontos, sob tensão variável, na qual o praticante caminha e executa manobras.
A origem do slackline é atribuída a uma dupla de escaladores californianos, do Vale de Yosemite, em meados dos anos 80. Adán Grosowsky e Jeff Ellington começaram a andar sobre correntes e cabos em estacionamentos como forma de entretenimento. Com o tempo passaram a utilizar seu próprio material de escalada, refinando o esporte . Inicialmente o slackline ganhou adeptos entre os escaladores do vale, posteriormente se expandindo por todo mundo.
O vídeo a seguir reúne vários exemplos das modalidades ( highline, waterline, longline... ), manobras ( backflip, double flip... ) e locais onde o esporte pode ser praticado.
ABÇS
\m/